Sábado, 29 de Setembro de 2007



O nosso maior medo não é o de sermos inadequados.
O nosso maior medo é o de sermos poderosos além da medida.
É a nossa luz, e não a nossa escuridão, o que mais nos apavora.
Perguntamos a nós mesmos: Quem sou eu para ser brilhante, esplêndido, talentoso e fabuloso? Na verdade, por que não serias?
Tu és um filho de Deus. Fingir que não és ninguém não serve ao mundo.
Nada nos esclarece no sentido de nos diminuirmos, para que as outras  pessoas não se sintam inseguras à nossa volta.
Nascemos para tornar manifesta a glória de Deus que está dentro de nós.
Ele não está em alguns de nós: está em todos nós.
E quando deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos a outras pessoas a permissão para fazer o mesmo.
Quando nos libertamos do nosso próprio medo, a  nossa presença automaticamente liberta outros. 

extraído do Discurso de Posse de 1994  de Nelson Mandela

Wikipédia



publicado por Sou às 22:22


Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida realizada no interior do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registaria talvez o mais eloquente grito a favor da vida conhecido até hoje.

Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt , em Nashville, Tennessee, Estados Unidos, o que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebé tirou a sua mão pequenina do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do médico que o estava operando.

A foto, espectacular, que pode ser vista acima, foi publicada por vários jornais dos Estados Unidos e a sua repercussão cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto.

A pequena mão que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander , cujo nascimento deverá ter ocorrido no passado dia 28 de Dezembro (no dia na foto ele tinha 3 meses de gestação).

Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebé está literalmente presa por um fio. Os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigindo a anomalia fatal e voltar a fechar o útero para que o bebé continuasse o seu crescimento normalmente.

Por tudo isso, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registadas no mundo. Agora, o Samuel tornou-se o paciente mais jovem que já foi submetido a este tipo de intervenção e é bem possível que, já fora do útero da mãe, Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do Dr. Bruner . (...)


 

fonte:

http://www.espinosa.hpg.com.br/maoamiga.html

 



publicado por Sou às 18:48



 Desde sempre que o ser humano aspirou à felicidade e buscou-a através de comportamentos, preceitos, regras e religiões. Assim, na Grécia antiga no ano de 384/3 aC,  designava-se por  Cinismo  uma corrente filosófica fundada por um discípulo de Sócrates, Antístenes  abriu uma escola filosófica num ginásio fora de Atenas, onde pregava a superioridade da virtude e a inutilidade das coisa materiais. Felicidade, no seu ponto de vista, não tem nada a ver com prazer ou riqueza, mas sim com a pureza da alma e a liberdade de não se sujeitar à tirania dos desejos dos instintos . Antístenes conquistou seu quinhão de pupilos, entre os quais destacou-se Diógenes, mas a maioria dos atenienses achava que todos eles eram presunçosos e hipócritas.  É daí, talvez, o sentido perjorativo que hoje se dá à palavra. Esta filosofia pregava essencialmente o desapego aos bens materiais e externos.

 

 

 

 




publicado por Sou às 16:55
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